Compreendendo os tumores esplênicos em cães: taxas de sobrevivência, opções de tratamento e perspectivas esperançosas

Compreendendo os tumores esplênicos em cães: taxas de sobrevivência, opções de tratamento e perspectivas esperançosas

O diagnóstico de um tumor esplênico em um cão querido pode ser de partir o coração, pois esses tumores geralmente representam um sério risco à saúde. No entanto, entender os tipos de tumores esplênicos, as taxas de sobrevivência e os tratamentos potenciais pode ajudar os donos de cães a fazer as melhores escolhas para o bem-estar de seus animais de estimação. Neste artigo, exploraremos os tumores esplênicos em cães de uma nova perspectiva, focando nas realidades e opções que podem fornecer clareza e esperança.


1. O que são tumores esplênicos?

  • Hemangiossarcoma:Um tipo de tumor maligno e agressivo, o hemangiossarcoma é infelizmente comum em baços caninos e geralmente se espalha rapidamente para outros órgãos.
  • Hemangioma e massas esplênicas: Tumores e massas benignas também podem se formar no baço. Embora não se espalhem como o hemangiossarcoma, podem se romper, levando a sangramento interno.
  • Linfoma:Este tipo, que surge no sistema linfático, também pode afetar o baço, aumentando a complexidade da condição.

2. Reconhecendo os sintomas precocemente

  • Sintomas sutis: Tumores esplênicos são frequentemente assintomáticos até atingirem um estágio avançado. Os sintomas podem incluir letargia, perda de apetite e perda de peso.
  • Crise Aguda: Em casos em que o tumor se rompe, os sintomas podem aumentar rapidamente. Gengivas pálidas, colapso, inchaço abdominal e respiração difícil podem sinalizar sangramento interno, exigindo atenção veterinária imediata.

3. Taxas de sobrevivência e o que elas significam

  • Hemangiossarcoma esplênico: Com hemangiossarcoma, o prognóstico é frequentemente reservado devido à sua natureza agressiva. As taxas de sobrevivência medianas com cirurgia sozinha podem variar de 2 a 3 meses.
  • Com quimioterapia:A combinação de cirurgia com quimioterapia pode prolongar a sobrevida, às vezes chegando a 6 a 12 meses, dependendo da resposta individual do cão.
  • Tumores e massas benignas:As taxas de sobrevivência para massas benignas são consideravelmente mais otimistas, pois a remoção cirúrgica geralmente pode fornecer uma solução completa sem recorrência.

4. Explorando opções de tratamento

  • Intervenção cirúrgica: Esplenectomia, ou remoção do baço, é o tratamento mais comum para tumores esplênicos. Pode proporcionar alívio imediato dos sintomas e prevenir complicações futuras de uma massa rompida.
  • Quimioterapia: Isso é frequentemente recomendado para tumores malignos como hemangiossarcoma para controlar a disseminação, embora possa não ser curativo. Alguns cães toleram bem a quimioterapia, mostrando poucos efeitos colaterais.
  • Terapias alternativas: Muitos pais de animais de estimação exploram suplementos naturais como cogumelos medicinais, que podem aumentar a função imunológica. Embora não sejam substitutos para cirurgia ou quimioterapia, podem servir como suporte complementar.

5. Proporcionando uma boa qualidade de vida

  • Gerenciando a dor e o conforto: O controle da dor é essencial para garantir uma boa qualidade de vida. Os veterinários geralmente recomendam medicamentos para alívio da dor ou até mesmo acupuntura.
  • Dieta e Nutrição: Fornecer uma dieta balanceada, rica em antioxidantes e suplementos que fortalecem o sistema imunológico pode melhorar a saúde geral, especialmente durante o tratamento ou a recuperação.
  • Ambiente de baixo estresse: Minimizar o estresse por meio de um ambiente calmo e familiar pode fazer uma grande diferença, ajudando seu cão a se sentir confortável e seguro.

6. Por que ainda há esperança

  • Pesquisa promissora:Pesquisas contínuas sobre cânceres caninos, especialmente hemangiossarcoma, podem levar a melhores tratamentos e resultados.
  • Novas Terapias: Imunoterapia e tratamentos direcionados estão em desenvolvimento, com alguns mostrando promessa inicial em testes. Embora ainda não estejam amplamente disponíveis, eles oferecem esperança para o futuro.
  • Histórias de Resiliência:Muitos cães com tumores esplênicos desafiam as probabilidades e vivem mais do que o esperado, especialmente com cuidados atenciosos e tratamento oportuno.

7. Como apoiar a jornada do seu cão

  • Orientação Veterinária: Construir um relacionamento forte com seu veterinário é crucial. Ele pode personalizar um plano de tratamento e fornecer recursos para gerenciar a condição do seu cão.
  • Comunidades de apoio:Existem muitos grupos de apoio online para donos de cães que estão lidando com câncer, oferecendo incentivo, conselhos e experiências compartilhadas que podem ser incrivelmente edificantes.

Conclusão

Tumores esplênicos em cães apresentam desafios únicos, mas com diagnóstico rápido, decisões informadas e cuidados compassivos, muitos cães mantêm uma boa qualidade de vida. Embora as taxas de sobrevivência variem, permanecer proativo e esperançoso pode fazer toda a diferença. Lembre-se, cada jornada é única e, ao apoiar seu cão em cada etapa, você está dando a ele o amor e o cuidado que ele merece.

Compreendendo os caroços na garganta dos cães: o que todo pai de cachorro deve saber

Compreendendo os caroços na garganta dos cães: o que todo pai de cachorro deve saber

Quando os donos de cães descobrem um caroço na garganta do seu amigo peludo, é natural se sentirem preocupados. Enquanto alguns caroços podem ser inofensivos, outros podem indicar sérios problemas de saúde. Este artigo mergulha no que esses caroços podem significar, como identificar os sinais preocupantes e medidas proativas a serem tomadas.


1. Por que surgem caroços na garganta dos cães?

  • Causas comuns: Tumores benignos, como lipomas ou cistos, geralmente são inofensivos, mas às vezes podem aparecer perto da garganta.
  • Infecções ou Inflamação:Gânglios linfáticos inchados podem indicar uma infecção ou resposta imunológica.
  • Tumores:Tumores benignos e malignos podem se desenvolver na garganta, afetando tecidos e órgãos próximos.

2. Tipos de caroços que você pode notar

  • Lipomas: Macio e facilmente móvel, geralmente indolor.
  • Linfadenopatia: Gânglios linfáticos inchados, firmes e geralmente simétricos.
  • Tumores malignos: Nódulos firmes e fixos que podem causar desconforto ou dificuldade para engolir.

3. Reconhecendo sintomas além do caroço

  • Dificuldade em engolir:Isso pode ser um indicador de crescimento afetando o esôfago ou os músculos ao redor.
  • Tosse ou engasgo: Se o caroço pressionar as vias aéreas, pode causar sintomas respiratórios.
  • Mudança no apetite ou perda de peso: Uma preocupação séria se combinada com um nó na garganta persistente.

4. Quando você deve se preocupar?

  • Crescimento rápido:Se o caroço crescer rapidamente, é essencial que ele seja examinado por um veterinário.
  • Dor e Sensibilidade: Desconforto ou mudança de comportamento, como evitar o toque, justificam uma análise mais detalhada.
  • Outros sintomas: Letargia inexplicável, tosse persistente ou alterações vocais podem indicar um problema latente.

5. Diagnóstico: O que esperar do veterinário

  • Exame físico:O veterinário palpará a área para avaliar tamanho, textura e mobilidade.
  • Testes de imagem: Raios X ou ultrassonografias fornecem uma visão da profundidade do nódulo e da proximidade de outros órgãos.
  • Biópsia: O teste mais definitivo, onde uma amostra é coletada e examinada em busca de células anormais.

6. Opções de tratamento

  • Espera vigilante:Para nódulos benignos, o veterinário pode sugerir monitoramento em vez de intervenção imediata.
  • Remoção cirúrgica:Se o nódulo interferir nas atividades diárias ou representar um risco à saúde, a cirurgia é uma escolha comum.
  • Suplementos e Terapias Naturais: Suplementos anti-inflamatórios ou suporte de ervas podem beneficiar algumas condições.
  • Quimioterapia ou radiação:Para tumores malignos, os veterinários podem recomendar tratamentos oncológicos.

7. Prevenção e Monitoramento

  • Check-ups regulares: Visitas de rotina ao veterinário podem detectar crescimentos incomuns precocemente.
  • Monitoramento residencial: Sinta delicadamente a garganta do seu cão e outras áreas para ver se há caroços. Mantenha um registro se ocorrer alguma alteração.
  • Dieta Saudável e Suplementos: Alimentos ricos em nutrientes e suplementos que fortalecem o sistema imunológico podem ajudar a reduzir o risco de certos tumores.

Conclusão

Embora encontrar um caroço na garganta do seu cão possa ser perturbador, cuidados proativos e entender as causas potenciais podem trazer paz de espírito. Sempre consulte um veterinário para aconselhamento profissional e lembre-se de que nem todos os caroços são perigosos. Ao permanecer vigilante, você está tomando as melhores medidas para garantir a saúde e a felicidade do seu cão.

Raças de cães propensas ao câncer: uma visão abrangente

Raças de cães propensas ao câncer: uma visão abrangente

Os cães ocupam um lugar querido em nossas vidas, personificando lealdade, companheirismo e alegria sem limites. No entanto, certas raças são geneticamente predispostas ao câncer, o que o torna uma preocupação significativa para muitos donos de cães. Entender quais raças são mais suscetíveis ao câncer e por que pode ajudar os donos a serem mais vigilantes e proativos no gerenciamento da saúde de seus animais de estimação.

As raças com maior risco

Embora o câncer possa afetar qualquer cão, algumas raças apresentam uma incidência maior devido à sua composição genética. Aqui estão algumas raças conhecidas por serem mais propensas ao câncer:

  1. Golden Retrievers: Uma das raças de cães mais amadas, os Golden Retrievers, infelizmente, têm uma das maiores taxas de câncer. Hemangiossarcoma e linfoma são particularmente comuns nesta raça.
  2. Pugilistas: Conhecidos por sua natureza brincalhona e energética, os Boxers são propensos a desenvolver tumores de mastócitos e linfoma. Detecção precoce e check-ups regulares são cruciais para esta raça.
  3. Rottweilers: Rottweilers são suscetíveis ao osteossarcoma, um tipo agressivo de câncer ósseo. Seu grande tamanho e predisposições genéticas os tornam particularmente vulneráveis.
  4. Cães de montanha de Berna: Esta raça é admirada por sua natureza gentil, mas tem alto risco de sarcoma histiocítico. Os donos devem monitorar quaisquer caroços incomuns ou mudanças comportamentais.
  5. Pastores alemães: Reconhecidos por sua inteligência e lealdade, os pastores alemães podem desenvolver hemangiossarcoma e outros tipos de câncer. Seu grande tamanho e linha genética contribuem para sua predisposição.

Compreendendo a ligação genética

O componente genético desempenha um papel significativo no motivo pelo qual certas raças são mais propensas ao câncer. A criação seletiva, embora frequentemente tenha como objetivo melhorar características desejáveis, pode inadvertidamente transmitir genes que predispõem os cães a vários tipos de câncer. Mutações genéticas, síndromes hereditárias e predisposições específicas da raça são fatores que contribuem para o aumento do risco.

Reconhecendo os sinais

A detecção precoce pode fazer uma diferença significativa nos resultados do tratamento. Aqui estão alguns sintomas-chave que os donos devem observar:

  • Perda de peso inexplicável
  • Letargia ou diminuição do interesse em atividades
  • Nódulos ou crescimentos persistentes
  • Mudanças nos hábitos alimentares ou de bebida
  • Ofegar ou ter dificuldade para respirar, especialmente à noite

Medidas preventivas e cuidados proativos

Embora alguns tipos de câncer não possam ser prevenidos, os donos podem tomar medidas para reduzir os riscos e promover a saúde geral:

  1. Check-ups veterinários regulares: Visitas de rotina podem ajudar a detectar possíveis problemas precocemente.
  2. Dieta equilibrada e exercícios: Manter um peso saudável e garantir uma nutrição adequada pode fortalecer o sistema imunológico.
  3. Testes genéticos:Para raças com alto risco, os testes genéticos podem fornecer informações sobre possíveis predisposições.
  4. Conscientização sobre os riscos específicos da raça:Conhecer os riscos permite que os donos sejam mais observadores e proativos em seus cuidados.

Um apelo à investigação e à sensibilização

Pesquisas em andamento sobre câncer canino visam entender melhor os fatores genéticos e ambientais que contribuem para essas condições. Campanhas de conscientização e financiamento para oncologia veterinária são essenciais para avançar opções de tratamento e estratégias preventivas.

Conclusão

Ter um cão de uma raça propensa ao câncer não significa sofrimento inevitável; em vez disso, enfatiza a importância do conhecimento e da preparação. Ao entender os riscos, reconhecer os sinais e manter cuidados proativos, os donos podem proporcionar aos seus amados companheiros uma qualidade de vida maior e momentos mais preciosos juntos.

Compreendendo a respiração ofegante noturna em cães com câncer: descobrindo os sinais ocultos

Compreendendo a respiração ofegante noturna em cães com câncer: descobrindo os sinais ocultos

Os cães ocupam um lugar querido em nossas vidas, personificando lealdade, companheirismo e alegria sem limites. No entanto, quando um cão é diagnosticado com câncer, a experiência se torna um desafio emocional e físico, não apenas para o animal, mas também para os donos. Um sintoma frequentemente negligenciado, mas significativo, visto em cães com câncer é a respiração ofegante à noite. Esse comportamento, sutil, mas angustiante, oferece insights sobre a condição do cão que podem orientar os donos e veterinários para melhores cuidados e gerenciamento.

A ciência por trás da respiração ofegante

Ofegar é um comportamento natural em cães usado principalmente para regular a temperatura corporal. No entanto, quando se torna excessivo ou ocorre em momentos incomuns — como durante a noite — pode sinalizar problemas de saúde subjacentes. Em cães com câncer, o ofegar noturno pode ter origem em uma variedade de fontes, incluindo dor, ansiedade, efeitos colaterais de medicamentos ou interrupções nas funções metabólicas normais.

Desmascarando as causas

  1. Pain and Discomfort: A dor é uma das principais razões pelas quais um cão com câncer pode ofegar com mais frequência à noite. Certos tipos de câncer, como osteossarcoma ou tumores agressivos, podem causar desconforto significativo, que pode piorar quando o cão se deita ou se torna menos ativo.
  2. Efeitos colaterais de medicamentos: Quimioterapia, medicamentos para controle da dor ou corticosteroides geralmente desempenham um papel no tratamento do câncer, mas podem ter efeitos colaterais. Corticosteroides, por exemplo, podem levar ao aumento da sede e da respiração ofegante como resultado de alterações hormonais no corpo.
  3. Ansiedade e Inquietação: O câncer pode alterar o comportamento de um cão, levando à ansiedade, especialmente à noite, quando eles são deixados para lidar com o desconforto em silêncio. A respiração ofegante pode ser uma manifestação de inquietação ou desconforto, pois o cão luta para encontrar conforto.
  4. Perturbações Metabólicas: Tumores e os tratamentos de câncer associados podem afetar os processos metabólicos, levando a um aumento na taxa respiratória do cão. Essa interrupção pode desencadear respiração ofegante enquanto o corpo tenta manter o equilíbrio.

Como identificar quando a respiração ofegante é uma preocupação

Embora a respiração ofegante ocasional não seja necessariamente alarmante, reconhecer padrões pode ajudar a distinguir entre comportamento normal e um potencial sinal de alerta. Os donos devem tomar nota se a respiração ofegante:

  • Ocorre quase exclusivamente à noite
  • Persiste apesar das medidas de resfriamento, como um ventilador ou uma área de dormir mais fria
  • É acompanhado por outros sintomas, como choramingo, inquietação ou sede excessiva

Passos para aliviar a respiração ofegante noturna

  1. Gerenciamento da dor: Consulte seu veterinário sobre as opções mais eficazes para o alívio da dor. Elas podem incluir o ajuste da dosagem ou do tipo de medicamento para garantir conforto sem efeitos colaterais excessivos.
  2. Técnicas de Calmante: Crie um ambiente sereno com o mínimo de perturbações. Auxílios calmantes como difusores de óleo essencial seguros para cães, música suave ou bandagens para ansiedade podem fazer uma diferença significativa.
  3. Revisar Planos de Medicamentos: Se a respiração ofegante parecer piorar após iniciar ou mudar um medicamento, discuta alternativas com seu veterinário. Às vezes, pequenos ajustes podem melhorar o conforto noturno do cão.
  4. Check-ups regulares: Garanta visitas veterinárias consistentes para monitorar a progressão da doença e ajustar os planos de cuidados conforme necessário.

Suporte além dos sintomas

A respiração ofegante noturna não é apenas um sintoma a ser tratado — é uma comunicação do seu cão de que ele pode precisar de suporte extra. Além de intervenções médicas, promover o bem-estar emocional é vital. Acariciá-lo gentilmente, falar com ele em uma voz suave e ficar por perto durante noites difíceis pode ser inestimável.

Uma abordagem sincera ao cuidado

A jornada com um cão diagnosticado com câncer é imprevisível, cheia de esperança e desafios. Lidar com sintomas como respiração ofegante noturna requer paciência, atenção e colaboração com sua equipe veterinária. Ao entender as causas subjacentes e responder com estratégias personalizadas, você pode criar uma experiência mais confortável e amorosa para seu querido companheiro durante esse momento desafiador.

Desvendando o enigma: uma nova perspectiva sobre o sarcoma estromal esplênico em cães

Desvendando o enigma: uma nova perspectiva sobre o sarcoma estromal esplênico em cães

Introdução

No vasto reino da medicina veterinária, certas condições espreitam na obscuridade, iludindo até mesmo os praticantes mais experientes. O sarcoma estromal esplênico em cães é um desses enigmas — um câncer raro originário do tecido conjuntivo do baço. Ao contrário do hemangiossarcoma mais comumente diagnosticado, o sarcoma estromal esplênico continua sendo um adversário sombrio, muitas vezes não detectado até atingir um estágio avançado.

Repensando o diagnóstico: além do convencional

Os métodos tradicionais de diagnóstico para tumores esplênicos dependem muito de técnicas de imagem como ultrassom e radiografia, que podem não distinguir sarcomas estromais de outras massas esplênicas de forma eficaz. Para revolucionar o diagnóstico:

  • Imagem molecular: A utilização de tomografias por emissão de pósitrons (PET) com marcadores especializados pode destacar a atividade metabólica específica das células do sarcoma estromal.
  • Biópsias Líquidas: A detecção de DNA tumoral circulante (ctDNA) na corrente sanguínea oferece um meio de diagnóstico não invasivo e monitoramento em tempo real da dinâmica do tumor.
  • Inteligência Artificial (IA): A implementação de algoritmos de IA para analisar dados de imagem pode melhorar a detecção e a caracterização de massas esplênicas, melhorando a precisão do diagnóstico.

Medicina Personalizada: Adaptando o Tratamento ao Tumor

A heterogeneidade do sarcoma estromal esplênico necessita de estratégias de tratamento individualizadas. Adotar a medicina personalizada envolve:

  • Perfil genômico: O sequenciamento do material genético do tumor para identificar mutações e vias aberrantes fornece alvos para terapias personalizadas.
  • Terapias direcionadas: Medicamentos projetados para interferir com moléculas específicas envolvidas no crescimento do tumor podem ser mais eficazes e menos tóxicos do que a quimioterapia convencional.
  • Imunoterapia: Estimular o sistema imunológico do cão a reconhecer e atacar células cancerígenas oferece uma fronteira promissora, alavancando vacinas ou inibidores de ponto de controle.

Pesquisa colaborativa: superando lacunas no conhecimento

O avanço da nossa compreensão do sarcoma estromal esplênico requer um esforço concentrado:

  • Estudos entre espécies: Comparar sarcomas estromais caninos com equivalentes humanos pode revelar mecanismos comuns e alvos terapêuticos.
  • Consórcios de Oncogenômica Veterinária: Estabelecer redes colaborativas para compartilhar dados e recursos acelera a pesquisa e promove a inovação.
  • Clinical Trials: Incentivar a participação em ensaios clínicos expande as opções de tratamento para cães e contribui com dados valiosos para a comunidade científica.

Considerações éticas e envolvimento do proprietário

Tratamentos inovadores e esforços de pesquisa devem ser equilibrados com considerações éticas:

  • Consentimento Informado: Os proprietários devem ser totalmente informados sobre os riscos e benefícios potenciais de novos diagnósticos e tratamentos.
  • Avaliações de qualidade de vida: Priorizar o bem-estar do paciente canino garante que as intervenções estejam alinhadas aos princípios de cuidado compassivo.
  • Privacidade de dados: A proteção dos dados genéticos e médicos coletados durante a pesquisa protege a privacidade dos animais de estimação e dos donos.

Conclusão

O sarcoma estromal esplênico em cães nos desafia a expandir os limites da medicina veterinária. Ao adotar diagnósticos avançados, terapias personalizadas e pesquisa colaborativa, podemos transformar nossa abordagem a esse câncer raro. Essa jornada não só promete melhorar os resultados em pacientes caninos, mas também enriquece a compreensão mais ampla dos sarcomas entre as espécies.

Reconhecendo e tratando o adenocarcinoma nasal em cães idosos

Reconhecendo e tratando o adenocarcinoma nasal em cães idosos

Adenocarcinoma nasal é um tipo de câncer mais comumente encontrado nas passagens nasais e áreas dos seios nasais de cães mais velhos. Ele tende a crescer agressivamente nessas áreas, causando desconforto e problemas respiratórios, embora raramente se espalhe para outras partes do corpo. Quando metastatiza, geralmente afeta as áreas próximas gânglios linfáticos, pulmões ou cérebro. Os cães geralmente desenvolvem tumores nasais em uma taxa maior do que os gatos, com a maioria dos casos diagnosticados em torno de 10 anos de idade.

Sintomas comuns de adenocarcinoma nasal em cães

A detecção precoce do adenocarcinoma nasal é essencial para um tratamento eficaz. Como esse câncer afeta principalmente a passagem nasal, ele frequentemente causa sintomas que podem ser confundidos com outras condições respiratórias. Os principais sinais a serem observados incluem:

  • Secreção nasal persistente (geralmente unilateral, com potencial para sangue ou muco)
  • Espirros e respiração ruidosa
  • Inchaço ao redor da área nasal ou dos olhos
  • Aumento da congestão nasal ou dificuldade para respirar
  • Patas frequentes no focinho devido à irritação

Qualquer um desses sintomas que persista ou piore com o tempo deve levar à visita ao veterinário para avaliação mais aprofundada.

Diagnóstico de Adenocarcinoma Nasal

Os veterinários geralmente começam com um exame físico e então pode recomendar exames de imagem como raios X, tomografias computadorizadas ou ressonâncias magnéticas para obter uma visão clara da localização e do tamanho do tumor. Se houver suspeita de adenocarcinoma nasal, um biópsia pode ser realizado para confirmar o diagnóstico e entender a natureza do tumor.

Abordagens de tratamento para adenocarcinoma nasal

Embora o adenocarcinoma nasal seja difícil de tratar, certas terapias podem ajudar a retardar seu crescimento e

  • Radioterapia: O tratamento mais comum para adenocarcinoma nasal, a radiação ajuda a diminuir o tumor, aliviando os sintomas e retardando a progressão. É particularmente eficaz em atingir a área nasal.
  • Remoção cirúrgica:Em casos específicos, a cirurgia pode ser usada para remover partes acessíveis do tumor, embora a remoção completa possa ser difícil devido à área sensível.
  • Cuidado paliativo: O controle da dor e os cuidados de suporte são essenciais para cães com tumores nasais avançados, com foco em melhorar sua qualidade de vida.

Apoiando a qualidade de vida de cães com câncer nasal

Para cães idosos, manter o conforto e controlar os sintomas pode fazer uma diferença significativa. Aqui estão algumas maneiras de dar suporte a um cão diagnosticado com adenocarcinoma nasal:

  • Ajustes Ambientais: Use purificadores de ar para reduzir a poeira e outros irritantes no ar, o que pode aliviar dificuldades respiratórias.
  • Exercício Suave: Ofereça exercícios regulares, mas leves, para manter seu cão ativo e melhorar o bem-estar geral sem sobrecarregar seu sistema respiratório.
  • Suporte Nutricional: Alimentos de alta qualidade e de fácil digestão podem ajudar a fortalecer o sistema imunológico e a saúde geral do seu cão.

Prognóstico e convivência com adenocarcinoma nasal

Embora o adenocarcinoma nasal seja agressivo localmente, ele tem uma baixa taxa de metástase em comparação a outros cânceres. Com tratamento oportuno e cuidados de suporte apropriados, muitos cães experimentam uma melhor qualidade de vida. Entender os sintomas, o diagnóstico e as opções de tratamento ajuda os donos de animais de estimação a tomar decisões informadas para dar aos seus cães o melhor cuidado possível.

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